A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.
SUAS HISTÓRIAS
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Compartilhe como é ser LGBTI em seu país! Caso uma experiência tenha sido importante para você, provavelmente também o será para outros(as). Qualquer que seja a natureza do tópico, boa ou má, sua história é a forma de o mundo saber acerca de seu país e a vida nele para indivíduos LGBTI. Ao selecionar tags / palavras-chave apropriadas para sua história, outros poderão aprender com sua experiência.
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Experiências do Leitores
Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( WORLD )...
Meu nome é Helena. Minha família é italiana e machista até a última gota de sangue.TEnho cinco filhos, um homem e quatro mulheres. Meu filho é policial militar, MACHO! homofóbico!
Uma de minha filhas, a mais velha, estava noiva de um médico récem formado, com casamento marcado. apartamento mobiliado e etc. e tal.
ATÉ.... que conheceu uma moça e se apaixonou perdidamente por ela. Terminou o noivado. Ninguém entendeu NADA de nada durante quase dois anos, até que o IRMÃO MACHÃO HOMOFÓBICO descobriu. Foi um drama sem tamanho, discriminação, surras, maus tratos e todos continuavam sem entender nada mais ainda. Até que ela me contou, chorou muito, pediu perdão e etc......
Só que ela nao sabia que eu já era voluntária em atendimento a direitos humanos homossexuais há mais de três anos. Dai...........
Foi só alegria. Dei a maior força e passei a brigar com todo mundo.
Ela ... continua dentro do armário para quase todo mundo fora da família e em seu trabalho. Morre de medo da discriminação, mas nao abandonou seus sonhos e continua amando muito sua companheira, que, aliás, já é outra.
E esta é a minha história de heterossexual voluntária passei a mãe de lésbica volintária e dirigente de uma ONG
Helena
Fundamos A GLG - Grupo de Lésbicas de Goiás e passamos a trabalhar com as famílias, com direitos humanos e com casamentos e uniões estáveis. Já realizamos dezenas de Contratos de União Civil e Escrituras Públicas de União Estável
postado por
transgénero
leitores
para a
BRAZIL
página do país
on 18/03/2010
+20
Eu nasci no Brasil e ha 20 anos atraz, sair do Brasil porque o Brasil nao reconhecia e nao reconhece a minha condicao social, eu me submeti a uma cirugia trasexual e mesmo vivendo fora do Brasil ha tanto tempo, e mesmo me tornado cidadan Americana, o Brasil nao me permite viajar para o Brasil com o meu passaporte Americano, se eu quizer visitar a minha familia no Brasil, eu terei que usar o meu passaporte brasileiro que diz que eu sou homem. Eu "entendo" que existem leis e regulamentos a serem respeitados, mas existem casos de pessoas como eu, e nem com outra cidadania o governo brasileiro aceita ou me dara um visto no meu passaporte americano, a unica maneira que eu possa viajar para o Brasil com o meu nome feminino sera REGEITAR A MINHA CIDADANIA BRASILEIRA!!! Eu amo o lugar onde nasci, mas se este pais nao me aceita como sou porque e que eu tenho que carregar o passaporte deste pais? Se alguem souber de alguma coisa que possa ser feita, porfavor me escrevam, eu nao quero abdicar da minha cidadania, como vem escrito na nossa constituicao, eu tenho direitos tambem. ( dydyapolonis@hotmail.com)
Muito Obrigada, Didi
Hoje, mandei um email para o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) eduardo.suplicy@senador.gov.br, porque estou indignado com a desagradável declaração do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho contra homossexuais assumidos nas Forças Armadas Brasileiras. Essa radicalidade do general demonstra preconceito e discriminação!
Ontem, ele foi ao senado, por ser indicado para ocupar uma vaga de ministro do Superior Tribunal Militar (STM), e ao ser sabatinado disse que a tropa não obedeceria a um militar homossexual. Também, fiquei bastante desapontado com a postura dos Senadores, que não se manifestaram contra.
A sociedade brasileira – sobretudo a comunidade LGBT – precisa gritar em todos os cantos do país contra esta difamação e desrespeito. Vamos mostrar que somos muitos e temos Direitos. Nossa disposição é maior quando enfrentamos o mundo! Mais que isso, trabalhamos e defendemos este país com qualidade, sobre o ideal da promoção de valores humanos.
Se fosse assim, nenhum homossexual neste país conseguiria alavancar projetos ou qualquer outra atividade. Não somos desqualificados, pelo contrário, honramos dignamente nossas profissões com responsabilidade e vigor necessários aos desempenhos. E se, por acaso, algum gay escolher ser da Força Militar, certamente ele terá orgulho e ética de seu papel profissional.
Por isso mesmo, devemos protestar. Viva a diversidade.
Não queremos homofobia no Brasil!
Tal acusação contra homossexuais não ajuda em nada.
Um representante do Superior Tribunal Militar deve ser alguém com capacidade intelectual e discernimento da vida, para dialogar com a sociedade. Este general deveria ter preocupação com a desigualdade social e o desenvolvimento humano – longe de posturas conservadoras e ultrapassadas.
Este é um país democrático e não é possível admitir ou aceitar tal injúria. Portanto, é preciso protestar!
Não queremos homofobia no Brasil!
Wilton Garcia é doutor em comunicação pela ECA/USP e integrante do PEDHS-USP.
Eu sou um anonimo homem trans q luta por direitos humanos, me chamo Sillvio luccio e venho travando lutas e tentando derrubar barreiras para conseguir minha cirugia de redeaquação , moro em uma cidade simples do interior, ocupo cargo publico e defendo cidadania LGBT.
" sou um homem trans cidadão Brasileiro ".
Meu pai me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: fora da minha casa.
Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: está despedido!!!
Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei para ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: você me ama?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu te amo.
Ele disse: deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.
Deus me perguntou: você se aceita?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Sim...
Eu disse pra ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz. Desde então, somente isso me importa.
Em 2000 fui procurado por uma transexual nascida com o gênero masculino e que já estava sob tratamento com equipe multidisciplinar para a cirurgia de transgenitalização (mudança de sexo para feminino). Comecei então a pesquisar a questão e ingressei com uma ação judicial no Fórum de Belo Horizonte, conseguindo a vitória integral para a alteração de nome e sexo em 2006, sem nenhum restrição imposta na certidão de nascimento.
Rita de Cássia de Araújo
(actualmente vive em BRAZIL)
postado por
lésbica
leitores
para a
BRAZIL
página do país
on 03/10/2012
+5
A PRESIDENTE DO GRUPO LÉSBICO DE GOIÁS ESTARÁ LANÇANDO NO MES DE OUTUBRO EM GOIANIA O LIVRO O CONHECIMENTO LIBERTA PELA EDITORA ESCANDALO,NESTE LIVRO ELA ATRAVÉS DE PESQUISAS MUNDIAIS MOSTRA TODAOS OS CRIMES DE PRECONCEITO,HOMOFOBIA,LÉSBOFOBIA E E.T.C...
É UMLIVRO QUE REVELA TODOS OS CRIMES COMETIDOS POR RELIGIOSOS EM NOME DE DEUS,E AINDA MOSTRA QUE A HOMOSSEXUALIDADE TEM ORIGEM BIOLÓGICA E NOS GENES DO SER HUMANO É UM LIVRO MUITO POLEMICO E EXCLARECEDOR, PAR OBTER O LIVRO É SÓ ENTRAR NO .WWW,EDITORA ESCANDALO JÁ ESTÁ A VENDA.
Uma de minha filhas, a mais velha, estava noiva de um médico récem formado, com casamento marcado. apartamento mobiliado e etc. e tal.
ATÉ.... que conheceu uma moça e se apaixonou perdidamente por ela. Terminou o noivado. Ninguém entendeu NADA de nada durante quase dois anos, até que o IRMÃO MACHÃO HOMOFÓBICO descobriu. Foi um drama sem tamanho, discriminação, surras, maus tratos e todos continuavam sem entender nada mais ainda. Até que ela me contou, chorou muito, pediu perdão e etc......
Só que ela nao sabia que eu já era voluntária em atendimento a direitos humanos homossexuais há mais de três anos. Dai...........
Foi só alegria. Dei a maior força e passei a brigar com todo mundo.
Ela ... continua dentro do armário para quase todo mundo fora da família e em seu trabalho. Morre de medo da discriminação, mas nao abandonou seus sonhos e continua amando muito sua companheira, que, aliás, já é outra.
E esta é a minha história de heterossexual voluntária passei a mãe de lésbica volintária e dirigente de uma ONG
Helena
Fundamos A GLG - Grupo de Lésbicas de Goiás e passamos a trabalhar com as famílias, com direitos humanos e com casamentos e uniões estáveis. Já realizamos dezenas de Contratos de União Civil e Escrituras Públicas de União Estável