Home, Asia, Europe, North America, Latin America and Caribbean, Oceania, Notícias, Mapa do site
Início / World / Suas Histórias
lendo mapa..
A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.

SUAS HISTÓRIAS
Publique / adicione uma nova história a esta seção

Experiências do Leitores

Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( WORLD )...
ordene por: [mais recentes] [mais popular]

Histórias: 1-50

(actualmente vive em BRAZIL) postado por gay transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país on 08/08/2014
link / elo permanente
Adoro fazer surubas gays juntamente com meus colegas da Igreja Universal. Tenho uma irma que se chama Patrícia que é a maior lésbica que eu conheco, essa rela um grelo danado nas mulheres. Mas ainda é um pouco enrustida. Ja fiz uma suruba junto com o Bispo da igreja, eita coisa mais boa. Meu filho casou, mas a mulher dele não sabe que é gay. Fazemos muitas surubas.
Comente a história
link / elo permanente
Aqui em nosso país, há uma restrição para que os homossexuais não doem sangue. Desde Novembro do ano passado, deflagramos uma campanha de doação de sangue, a partir dos membros da nossa ONG, informando nas rádios e jornais que não existe sangue bom ou ruim, existe sangue oriundo de comportamento de risco que tanto pode ser de heterossexuais ou não.
Comente a história
Luiz Roberto Paula de Resende (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país Respondendo a história on 13/10/2010 tagged with intersexual, saúde, identidade de género, direitos humanos, leis e governo
link / elo permanente
Prezada Didi,

Pelo que vc disse, é uma transexual feminina legalmente reconhecida assim nos EUA, tendo inclusive passaporte americano. Para que o seu passaporte brasileiro seja adequado à sua atual condição de gênero, é necessário ingressar com uma ação judicial no Brasil pleiteando a ALTERAÇÃO DO NOME E SEXO NA SUA CERTIDÃO DE NASCIMENTO. CONSEGUI ISSO PARA UMA CLIENTE QUE MORA NA EUROPA e depois da retificação da certidão de nascimento, todos os outros documentos, inclusive o passaporte, também são retificados. Estou à sua disposição para tirar mais dúvidas por e-mail ou MSN: advocare.bhe@hotmail.com - Atenciosamente, Luiz Roberto Paula de Resende - Advogado em Belo Horizonte/MG. (31) 9116-6767.
Ver toda a conversa
Luiz Roberto Paula de Resende (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país on 13/10/2010 tagged with intersexual, saúde, identidade de género, direitos humanos, leis e governo , orientação sexual +5
link / elo permanente
Em 2000 fui procurado por uma transexual nascida com o gênero masculino e que já estava sob tratamento com equipe multidisciplinar para a cirurgia de transgenitalização (mudança de sexo para feminino). Comecei então a pesquisar a questão e ingressei com uma ação judicial no Fórum de Belo Horizonte, conseguindo a vitória integral para a alteração de nome e sexo em 2006, sem nenhum restrição imposta na certidão de nascimento.
Comente a história
sillvio luccio (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a CHILE página do país on 17/07/2010 tagged with direitos humanos
link / elo permanente
Ser igual com oportunidades desiguais, como é dificil ser percebido, notado ou ouvido quando se tem no corpo a marca do preconceito por
ser um homem trans.
Conviver com a exclusão familiar,escolar, e social em uma vida inteira, carregar nas costas e no olhar o peso da recriminação da
chacota e ate mesmo da agressão fisica.
Mas resistir , vencendo o preconceito a cada minuto a cada dia rompendo tudo e todos prA SER FELIZ !
Comente a história
Rosivaldo L. Araujo (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país on 09/07/2010 tagged with no trabalho, ensinar direitos lgbt nas escolas, famílias lgbt, direitos humanos, orientação sexual
link / elo permanente
Há mais ou menos 15 anos trabalho lecionando em escolas da rede municipal de ensino. E, exatamente a cinco anos, engajei-me na organização de uma Associação LGBT em minha cidade.
Antes de estar militando no movimento LGBT a aceitação dos alunos e pais de alunos dava-se sem maiores problemas. Apesar de não ser enrustido, eu não tinha um comportamento assumidamente gay.
Meus problemas começaram quando ficou visível para a sociedade local que eu estava inserido na organização de um grupo GLBT.
As reações partiram inicialmente dos pais de alunos, de forma velada. Os alunos, pelo fato de serem mais autênticos e reproduzirem as impressões que escutam em seus lares, começaram a apresentarem antipatia e desrespeito à minha pessoa.
No âmbito administrativo, os colegas e diretoria tentam minimizar o problema, agindo como se nada estivesse acontecendo. Talvez por medo da discussão de um tema tão controverso.
Comente a história
SILLVIO (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a CHILE página do país on 06/07/2010 tagged with direitos humanos +10
link / elo permanente
Eu sou um anonimo homem trans q luta por direitos humanos, me chamo Sillvio luccio e venho travando lutas e tentando derrubar barreiras para conseguir minha cirugia de redeaquação , moro em uma cidade simples do interior, ocupo cargo publico e defendo cidadania LGBT.
" sou um homem trans cidadão Brasileiro ".
Comente a história
TITO MOREIRA (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual intersexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país on 05/06/2010 tagged with intersexual, direitos humanos, leis e governo
link / elo permanente
Sexta-feira, 04 de junho de 2010 - 20:33
Empresa indenizará gays por discriminação
Trabalhadores foram impedidos de levar parceiros na festa de fim de ano. Cada um vai receber R$ 4 mil
anuncie! ERIC FUJITA
eric.fujita@diariosp.com.br

Dois ex-funcionários da SHV Gás vão receber, cada um, indenização de R$ 4 mil, por terem sido barrados em uma festa de fim de ano na empresa onde trabalhavam. Homossexuais assumidos, eles foram impedidos de levar seus respectivos companheiros ao evento pela gerência. O caso aconteceu em dezembro de 2008 na filial da companhia em Araucária (PR).

O valor a ser pago faz parte de um acordo de conciliação fechado entre a empresa e os ex-empregados na 1ª Vara do Trabalho de Araucária. Os dois entraram com ações de danos morais contra a SHV Gás. Ambos alegaram constrangimento.

O acerto foi firmado durante audiência da última terça-feira. A companhia ficou de pagar as indenizações até o próximo dia 15. Antes, cada autor das ações pediu uma indenização de R$ 10 mil junto à empresa.

“O processo foi mais para protestar contra o que passei, não por causa do dinheiro”, comemorou Ademir Moreira dos Santos, autor de uma das ações. Procurada, a SHV Gás informou apenas que repudia qualquer atitude discriminatória contra seus funcionários ou qualquer outra pessoa.

O ex-funcionário conta que tudo começou quando os trabalhadores da filial receberam um convite para a festa por meio de um e-mail.
O problema surgiu quando o gerente da filial impediu os dois ex-funcionários de colocar os nomes de seus companheiros na lista de convidados. Segundo Santos, o chamado não especificava se poderia ou não ser namorado ou marido. “Foi uma grande surpresa, pois todos sabiam da nossa opção sexual”, relembra.

Ele ressalta ainda que toda essa situação causou polêmica na filial. Após várias reuniões, a gerência permitiu o comparecimento dos dois companheiros à festa. “Mas depois, o gerente voltou atrás e barrou novamente”, relembra.

Parecer favorável
A Advocacia Geral da União (AGU) deu parecer favorável ao pagamento de benefícios previdenciários para casais homossexuais da iniciativa privada. A decisão impede o Governo de recorrer contra qualquer decisão judicial que determine o pagamento de benefício.

Não vale
A Advocacia Geral da União (AGU) ofereceu parecer favorável ao pagamento de benefício previdenciário nas relações homoafetivas para parceiros de trabalhadores da iniciativa privada. O parecer impede ao governo recorrer contra qualquer decisão judicial que determine o pagamento de benefício. O parecer, no entanto, não é valido para o pagamento de pensão para os parceiros de servidores públicos federais, segundo a assessoria da AGU.

O parecer afirma que a Constituição não impede a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Pelo contrário, a Constituição não permite a discriminação em razão da orientação sexual.

"A interpretação no sentido do impedimento do reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo poderia, em grande medida, render ensejo a um enriquecimento sem causa, ou da autarquia previdenciária, quando não houvesse um outro beneficiário para quem se pudesse pagar o benefício, ou quando houvesse este outro beneficiário, haveria dificuldade quanto a este, em relação a princípios de justiça e solidariedade, tendo em conta que poderia deixar ao desamparo alguém que conviveu anos a fio com o segurado e possivelmente teria o direito de ser beneficiário do seguro social", afirma o parecer.

O autor do parecer, Rogério de Jesus Santos, explica que o precedente para o pagamento do benefício foi dado pelo Superior Tribunal de Justiça, que aprovou a adoção de crianças por casais em relações homoafetivas. Em maio, o governo deu outro passo para o reconhecimento dos direitos de brasileiros homossexuais ao conceder passaporte diplomático ou oficial para parceiros homoafetivos de diplomatas em missão no exterior.
Comente a história
postado por transgénero leitores para a BRAZIL página do país on 18/03/2010 +20
link / elo permanente
Eu nasci no Brasil e ha 20 anos atraz, sair do Brasil porque o Brasil nao reconhecia e nao reconhece a minha condicao social, eu me submeti a uma cirugia trasexual e mesmo vivendo fora do Brasil ha tanto tempo, e mesmo me tornado cidadan Americana, o Brasil nao me permite viajar para o Brasil com o meu passaporte Americano, se eu quizer visitar a minha familia no Brasil, eu terei que usar o meu passaporte brasileiro que diz que eu sou homem. Eu "entendo" que existem leis e regulamentos a serem respeitados, mas existem casos de pessoas como eu, e nem com outra cidadania o governo brasileiro aceita ou me dara um visto no meu passaporte americano, a unica maneira que eu possa viajar para o Brasil com o meu nome feminino sera REGEITAR A MINHA CIDADANIA BRASILEIRA!!! Eu amo o lugar onde nasci, mas se este pais nao me aceita como sou porque e que eu tenho que carregar o passaporte deste pais? Se alguem souber de alguma coisa que possa ser feita, porfavor me escrevam, eu nao quero abdicar da minha cidadania, como vem escrito na nossa constituicao, eu tenho direitos tambem. ( dydyapolonis@hotmail.com)
Muito Obrigada, Didi
Comente a história
postado por transgénero leitores para a BRAZIL página do país on 18/03/2010 +0
link / elo permanente
Ser Trasgenero no Brasil
Comente a história
Bookmark and Share