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A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.

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Experiências do Leitores

Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( WORLD )...
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Histórias: 1-50

Rita de Cássia de Araújo (actualmente vive em BRAZIL) postado por lésbica leitores para a BRAZIL página do país on 27/08/2012 tagged with no trabalho, viol锚ncia e crimes de 贸dio , saĂşde, direitos humanos, ilegalidade de relaçþes de mulheres com outras mulheres
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O GRUPO LÉSBICO DE GOIÁS,JUNTO AS ONGS LÉSBICAS DO CENTRO OESTE REALIZARAM O 1ºSEMINARIO DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS DE GOIÁS SOBRE A ORGANIZAÇÃO DA ALEGO.FOI O 1º EVENTOS NESTE SENTIDO E FOI MUITO BOM LUANA CRISTINA QUE É PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE LÉSBICAS DE GOIÁS FEZ UM EXELENTE TRABALHO E COM A COLABORAÇÃO DE VARIAS ONGS DA REDE-LÉSBICA DO CENTRO OESTE,REALIZARAM UM EVENTO BEM SUCEDIDO COM O MINIMO DE VERBA,MAS CONTAMOS COM A PRESENÇA DE VARIAS AUTORIDADES SIMPATIZANTES AO MOVIMENTO LÉSBICO DO CENTRO OESTE, NOSSO PROXIMO PASSO É A REALIZAÇÃO DO ENCONTRO DAS ORGANIZAÇÕES LÉSBICAS DO CENTRO OESTE EM BREVE.
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André (actualmente vive em PORTUGAL) postado por gay leitores para a PORTUGAL página do país on 01/01/2012 tagged with no trabalho, viol锚ncia e crimes de 贸dio , identidade de gĂŠnero, direitos humanos, orientação sexual
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Eu, quando tinha 12 anos, estava apaixonado pelo meu colega de turma. Houve um dia em que eu fui à casa dele e ele contou-me que queria saber como era um beijo. Aí eu beijou-me, eu não o empurrei, e continuámos a beijar assim por muito tempo. Depois fomos para uma casa em construções e aí os beijos foram mais sérios. Nós tirámos a roupa e beijavámos loucamente. Eu chupava-lhe, desculpem pela palavra, e ele entrava-me por trás. Foi aí em que eu perdi a minha virgindade (não usámos preservativo, mas nem eu nem ele tinhamos SIDA ou AIDS). Após isso, foi ideia dele ir ao tecto e começámos a beijar novamente, até que o pai dele viu-nos. Ele começou a ficar triste e furioso ao mesmo tempo e disse-me que não devíamos ter feito aquilo, e a partir desse dia, ele nunca mais falou comigo sobre isso. A partir daí, foi só brincandeiras e conversas normais. Passado mais um ano, um dia eu decidi dizer-lhe que lhe amava por internet. No dia seguinte, mal entro na escola, todos começam a gozar comigo e a chamar-me asneiras. Riam-se, empurravam-me e eu sentia-me envergonhado.. tão envergonhado que até cheguei a dar um soco na cara dele. A partir desse dia até agora, a escola toda já não me goza tanto quanto gozava há anos e agora parece que todos já se "habituaram" à situação e, pelo que parece, isso é uma fase madura da parte deles. Às vezes é preciso anos para as pessoas aprenderem o quanto a homossexualidade é normal.
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Angel (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay leitores para a BRAZIL página do país on 07/08/2010 tagged with no trabalho, famílias lgbt, identidade de género, orientação sexual, religião, casamento / uniões civis +15
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Meu pai me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: fora da minha casa.
Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: está despedido!!!
Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei para ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: você me ama?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu te amo.
Ele disse: deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.
Deus me perguntou: você se aceita?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Sim...
Eu disse pra ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz. Desde então, somente isso me importa.
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Rosivaldo L. Araujo (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual heterossexual leitores para a BRAZIL página do país on 09/07/2010 tagged with no trabalho, ensinar direitos lgbt nas escolas, famílias lgbt, direitos humanos, orientação sexual
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Há mais ou menos 15 anos trabalho lecionando em escolas da rede municipal de ensino. E, exatamente a cinco anos, engajei-me na organização de uma Associação LGBT em minha cidade.
Antes de estar militando no movimento LGBT a aceitação dos alunos e pais de alunos dava-se sem maiores problemas. Apesar de não ser enrustido, eu não tinha um comportamento assumidamente gay.
Meus problemas começaram quando ficou visível para a sociedade local que eu estava inserido na organização de um grupo GLBT.
As reações partiram inicialmente dos pais de alunos, de forma velada. Os alunos, pelo fato de serem mais autênticos e reproduzirem as impressões que escutam em seus lares, começaram a apresentarem antipatia e desrespeito à minha pessoa.
No âmbito administrativo, os colegas e diretoria tentam minimizar o problema, agindo como se nada estivesse acontecendo. Talvez por medo da discussão de um tema tão controverso.
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