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PORTUGAL

Relações entre homens: Legal
Punição para relações entre homens: Não há nenhuma lei
Relações entre mulheres: Legal
Idade de consentimento: Igual para heterossexuais e homossexuais
Casamento civil e substitutos de casamento: Casamento reconhecido a nível nacional

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Experiências do Leitores

Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( PORTUGAL )...
André (actualmente vive em PORTUGAL) postado por gay leitores on 01/01/2012 tagged with no trabalho, viol锚ncia e crimes de 贸dio , identidade de gĂŠnero, direitos humanos, orientação sexual
link / elo permanente
Eu, quando tinha 12 anos, estava apaixonado pelo meu colega de turma. Houve um dia em que eu fui à casa dele e ele contou-me que queria saber como era um beijo. Aí eu beijou-me, eu não o empurrei, e continuámos a beijar assim por muito tempo. Depois fomos para uma casa em construções e aí os beijos foram mais sérios. Nós tirámos a roupa e beijavámos loucamente. Eu chupava-lhe, desculpem pela palavra, e ele entrava-me por trás. Foi aí em que eu perdi a minha virgindade (não usámos preservativo, mas nem eu nem ele tinhamos SIDA ou AIDS). Após isso, foi ideia dele ir ao tecto e começámos a beijar novamente, até que o pai dele viu-nos. Ele começou a ficar triste e furioso ao mesmo tempo e disse-me que não devíamos ter feito aquilo, e a partir desse dia, ele nunca mais falou comigo sobre isso. A partir daí, foi só brincandeiras e conversas normais. Passado mais um ano, um dia eu decidi dizer-lhe que lhe amava por internet. No dia seguinte, mal entro na escola, todos começam a gozar comigo e a chamar-me asneiras. Riam-se, empurravam-me e eu sentia-me envergonhado.. tão envergonhado que até cheguei a dar um soco na cara dele. A partir desse dia até agora, a escola toda já não me goza tanto quanto gozava há anos e agora parece que todos já se "habituaram" à situação e, pelo que parece, isso é uma fase madura da parte deles. Às vezes é preciso anos para as pessoas aprenderem o quanto a homossexualidade é normal.
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André (actualmente vive em PORTUGAL) postado por gay leitores on 01/01/2012 tagged with no trabalho, viol锚ncia e crimes de 贸dio , identidade de gĂŠnero, direitos humanos, orientação sexual
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Eu, quando tinha 12 anos, estava apaixonado pelo meu colega de turma. Houve um dia em que eu fui à casa dele e ele contou-me que queria saber como era um beijo. Aí eu beijou-me, eu não o empurrei, e continuámos a beijar assim por muito tempo. Depois fomos para uma casa em construções e aí os beijos foram mais sérios. Nós tirámos a roupa e beijavámos loucamente. Eu chupava-lhe, desculpem pela palavra, e ele entrava-me por trás. Foi aí em que eu perdi a minha virgindade (não usámos preservativo, mas nem eu nem ele tinhamos SIDA ou AIDS). Após isso, foi ideia dele ir ao tecto e começámos a beijar novamente, até que o pai dele viu-nos. Ele começou a ficar triste e furioso ao mesmo tempo e disse-me que não devíamos ter feito aquilo, e a partir desse dia, ele nunca mais falou comigo sobre isso. A partir daí, foi só brincandeiras e conversas normais. Passado mais um ano, um dia eu decidi dizer-lhe que lhe amava por internet. No dia seguinte, mal entro na escola, todos começam a gozar comigo e a chamar-me asneiras. Riam-se, empurravam-me e eu sentia-me envergonhado.. tão envergonhado que até cheguei a dar um soco na cara dele. A partir desse dia até agora, a escola toda já não me goza tanto quanto gozava há anos e agora parece que todos já se "habituaram" à situação e, pelo que parece, isso é uma fase madura da parte deles. Às vezes é preciso anos para as pessoas aprenderem o quanto a homossexualidade é normal.
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