A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.
Meu pai me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: fora da minha casa.
Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: está despedido!!!
Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei para ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: você me ama?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu te amo.
Ele disse: deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.
Deus me perguntou: você se aceita?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Sim...
Eu disse pra ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz. Desde então, somente isso me importa.
Meu nome é Helena. Minha família é italiana e machista até a última gota de sangue.TEnho cinco filhos, um homem e quatro mulheres. Meu filho é policial militar, MACHO! homofóbico!
Uma de minha filhas, a mais velha, estava noiva de um médico récem formado, com casamento marcado. apartamento mobiliado e etc. e tal.
ATÉ.... que conheceu uma moça e se apaixonou perdidamente por ela. Terminou o noivado. Ninguém entendeu NADA de nada durante quase dois anos, até que o IRMÃO MACHÃO HOMOFÓBICO descobriu. Foi um drama sem tamanho, discriminação, surras, maus tratos e todos continuavam sem entender nada mais ainda. Até que ela me contou, chorou muito, pediu perdão e etc......
Só que ela nao sabia que eu já era voluntária em atendimento a direitos humanos homossexuais há mais de três anos. Dai...........
Foi só alegria. Dei a maior força e passei a brigar com todo mundo.
Ela ... continua dentro do armário para quase todo mundo fora da família e em seu trabalho. Morre de medo da discriminação, mas nao abandonou seus sonhos e continua amando muito sua companheira, que, aliás, já é outra.
E esta é a minha história de heterossexual voluntária passei a mãe de lésbica volintária e dirigente de uma ONG
Helena
Fundamos A GLG - Grupo de Lésbicas de Goiás e passamos a trabalhar com as famílias, com direitos humanos e com casamentos e uniões estáveis. Já realizamos dezenas de Contratos de União Civil e Escrituras Públicas de União Estável
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: fora da minha casa.
Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: está despedido!!!
Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei para ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: você me ama?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu te amo.
Ele disse: deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.
Deus me perguntou: você se aceita?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Sim...
Eu disse pra ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz. Desde então, somente isso me importa.