Home, Asia, Europe, North America, Latin America and Caribbean, Oceania, Notícias, Mapa do site
lendo mapa..

BRAZIL

Relações entre homens: Legal
Punição para relações entre homens: Não há nenhuma lei
Relações entre mulheres: Legal
Idade de consentimento: Igual para heterossexuais e homossexuais
Casamento civil e substitutos de casamento: Substituto igual ou quase igual ao casamento e reconhecido a nível nacional

Your Views

Você é LGBTI? Queremos sua(s) opiniões! Ajude-nos a informar outros usuários com sua opinião acerca deste país. Segue abaixo uma pergunta aleatória sobre este país. Caso a considere relevante, por favor, responda.

Em / na / no BRAZIL sua sexualidade afetou seu trabalho? Sente que sua orientação sexual limita sua carreira?

A maioria dos visitantes deste site disseram Não senti-me limitado(a) pela minha orientação sexual, mesmo sendo assumido(a) no ambiente de trabalho

De tantas formas que não saberia por onde começar (14%) Mudei de carreira pela minha orientação sexual (0 %) Sentia que minha orientação sexual impedia-me de receber promoções (9%) Sou molestada(o) por colegas de trabalho pela minha orientação sexual (9%) Não senti-me limitado(a) pela minha orientação sexual, mesmo sendo assumido(a) no ambiente de trabalho (66%)

A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.

SUAS HISTÓRIAS
Publique / adicione uma nova história a esta seção

Experiências do Leitores

Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( BRAZIL )...
Rosivaldo L. Araujo (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual heterossexual leitores on 09/07/2010 tagged with no trabalho, ensinar direitos lgbt nas escolas, famílias lgbt, direitos humanos, orientação sexual
link / elo permanente
Há mais ou menos 15 anos trabalho lecionando em escolas da rede municipal de ensino. E, exatamente a cinco anos, engajei-me na organização de uma Associação LGBT em minha cidade.
Antes de estar militando no movimento LGBT a aceitação dos alunos e pais de alunos dava-se sem maiores problemas. Apesar de não ser enrustido, eu não tinha um comportamento assumidamente gay.
Meus problemas começaram quando ficou visível para a sociedade local que eu estava inserido na organização de um grupo GLBT.
As reações partiram inicialmente dos pais de alunos, de forma velada. Os alunos, pelo fato de serem mais autênticos e reproduzirem as impressões que escutam em seus lares, começaram a apresentarem antipatia e desrespeito à minha pessoa.
No âmbito administrativo, os colegas e diretoria tentam minimizar o problema, agindo como se nada estivesse acontecendo. Talvez por medo da discussão de um tema tão controverso.
Comente a história
Rosivaldo L. Araujo (actualmente vive em BRAZIL) postado por gay lésbica transgénero bissexual heterossexual leitores on 09/07/2010 tagged with no trabalho, ensinar direitos lgbt nas escolas, famílias lgbt, direitos humanos, orientação sexual
link / elo permanente
Há mais ou menos 15 anos trabalho lecionando em escolas da rede municipal de ensino. E, exatamente a cinco anos, engajei-me na organização de uma Associação LGBT em minha cidade.
Antes de estar militando no movimento LGBT a aceitação dos alunos e pais de alunos dava-se sem maiores problemas. Apesar de não ser enrustido, eu não tinha um comportamento assumidamente gay.
Meus problemas começaram quando ficou visível para a sociedade local que eu estava inserido na organização de um grupo GLBT.
As reações partiram inicialmente dos pais de alunos, de forma velada. Os alunos, pelo fato de serem mais autênticos e reproduzirem as impressões que escutam em seus lares, começaram a apresentarem antipatia e desrespeito à minha pessoa.
No âmbito administrativo, os colegas e diretoria tentam minimizar o problema, agindo como se nada estivesse acontecendo. Talvez por medo da discussão de um tema tão controverso.
Comente a história
Comente a história
Bookmark and Share