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BRAZIL

Relações entre homens: Legal
Punição para relações entre homens: Não há nenhuma lei
Relações entre mulheres: Legal
Idade de consentimento: Igual para heterossexuais e homossexuais
Casamento civil e substitutos de casamento: Substituto igual ou quase igual ao casamento e reconhecido a nível nacional

Your Views

Você é LGBTI? Queremos sua(s) opiniões! Ajude-nos a informar outros usuários com sua opinião acerca deste país. Segue abaixo uma pergunta aleatória sobre este país. Caso a considere relevante, por favor, responda.

Você submeteu-se a procedimentos médicos neste país ( BRAZIL ) para transição física relacionada à identidade de gênero?

A maioria dos visitantes deste site disseram Não

Sim, e o tratamento foi excelente (0 %) Sim, mas o tratamento foi medíocre (0 %) Sim, mas o tratamento foi ruim (0 %) Não (100%)

A seção de experiência vivida é toda sobre você! Compreendemos que a realidade de um país pode ser muito diferente das leis existentes em tal país e que as pessoas que lá vivem podem dar um retrato melhor disso através de suas próprias experiências. Nesta página você encontrará experiências vividas por leitores e adicionar sua própria.

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Experiências do Leitores

Isto é o que as pessoas dizem acerca da realidade de vida para pessoas LGBTI neste país ( BRAZIL )...
(actualmente vive em BRAZIL) postado por heterossexual leitores on 09/01/2010 tagged with famílias lgbt, direitos humanos, casamento / uniões civis +35
link / elo permanente
Meu nome é Helena. Minha família é italiana e machista até a última gota de sangue.TEnho cinco filhos, um homem e quatro mulheres. Meu filho é policial militar, MACHO! homofóbico!
Uma de minha filhas, a mais velha, estava noiva de um médico récem formado, com casamento marcado. apartamento mobiliado e etc. e tal.
ATÉ.... que conheceu uma moça e se apaixonou perdidamente por ela. Terminou o noivado. Ninguém entendeu NADA de nada durante quase dois anos, até que o IRMÃO MACHÃO HOMOFÓBICO descobriu. Foi um drama sem tamanho, discriminação, surras, maus tratos e todos continuavam sem entender nada mais ainda. Até que ela me contou, chorou muito, pediu perdão e etc......
Só que ela nao sabia que eu já era voluntária em atendimento a direitos humanos homossexuais há mais de três anos. Dai...........
Foi só alegria. Dei a maior força e passei a brigar com todo mundo.
Ela ... continua dentro do armário para quase todo mundo fora da família e em seu trabalho. Morre de medo da discriminação, mas nao abandonou seus sonhos e continua amando muito sua companheira, que, aliás, já é outra.
E esta é a minha história de heterossexual voluntária passei a mãe de lésbica volintária e dirigente de uma ONG

Helena
Fundamos A GLG - Grupo de Lésbicas de Goiás e passamos a trabalhar com as famílias, com direitos humanos e com casamentos e uniões estáveis. Já realizamos dezenas de Contratos de União Civil e Escrituras Públicas de União Estável
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(actualmente vive em BRAZIL) postado por heterossexual leitores on 09/01/2010 tagged with famílias lgbt, direitos humanos, casamento / uniões civis +35
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Meu nome é Helena. Minha família é italiana e machista até a última gota de sangue.TEnho cinco filhos, um homem e quatro mulheres. Meu filho é policial militar, MACHO! homofóbico!
Uma de minha filhas, a mais velha, estava noiva de um médico récem formado, com casamento marcado. apartamento mobiliado e etc. e tal.
ATÉ.... que conheceu uma moça e se apaixonou perdidamente por ela. Terminou o noivado. Ninguém entendeu NADA de nada durante quase dois anos, até que o IRMÃO MACHÃO HOMOFÓBICO descobriu. Foi um drama sem tamanho, discriminação, surras, maus tratos e todos continuavam sem entender nada mais ainda. Até que ela me contou, chorou muito, pediu perdão e etc......
Só que ela nao sabia que eu já era voluntária em atendimento a direitos humanos homossexuais há mais de três anos. Dai...........
Foi só alegria. Dei a maior força e passei a brigar com todo mundo.
Ela ... continua dentro do armário para quase todo mundo fora da família e em seu trabalho. Morre de medo da discriminação, mas nao abandonou seus sonhos e continua amando muito sua companheira, que, aliás, já é outra.
E esta é a minha história de heterossexual voluntária passei a mãe de lésbica volintária e dirigente de uma ONG

Helena
Fundamos A GLG - Grupo de Lésbicas de Goiás e passamos a trabalhar com as famílias, com direitos humanos e com casamentos e uniões estáveis. Já realizamos dezenas de Contratos de União Civil e Escrituras Públicas de União Estável
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