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Lol Kin Castañeda - ACCIONA - México

in MEXICO, 02/02/2010

V conferencia ILGA-LAC, Curitiba, Brasil. Lol Kin Castañeda do México, da organização por direitos humanos e civis em geral de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais, transgêneros, travestis em particular, e também por direitos de todos os povos indígenas.

Lol Kin Castañeda do México, da organização por direitos humanos e civis em geral de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais, transgêneros, travestis em particular, e também por direitos de todos os povos indígenas. Parece-me importantíssima a conferência, assisti à pré-conferência lésbica, ter esse espaço para discutir os problemas a partir da perspectiva de regiões diferentes e de todas essas misturas de etnias, de várias culturas, condição econômica etc. E dar uma olhada e registrar uma forma distinta de trabalho e as agendas lésbicas, então claro que estou muito feliz com todas as propostas ativas aqui e, principalmente, com os acordos que fomos estabelecendo logo de cara na plenária.

Os temas mais importantes que discutimos estão relacionados ao tema da saúde, saúde sexual, também aos direitos sexuais e direitos reprodutivos e com tudo o que tem a ver com campanhas de informação….

É fundamental porque tem relação com a discriminação por misoginia e por lesbofobia, de forma que, nesse sentido, toda a violência que se vive em relação às lésbicas, e que, além disso, também como lésbicas temos que repensar nossas posturas, porque de repente não são essas... esses são todos os grandes objetivos, além de ir sistematizando todo o trabalho de informação para podermos nos comprometer. O nível de articulação em que estamos me parece ser bom. Cada conferencia é um novo caminho para ir fortalecendo e que evidentemente precisa continuar trabalhando, seguir problematizando.


Finalmente, tem que ver com uma questão de direitos. E o tema do matrimônio, a homologação de direitos sob a égide do matrimônio, nos permite ir avançando, com maior certeza, em direção à equiparação e à igualdade… de que o tema e o desenvolvimento das agendas de direitos e, em um segundo momento, poder escolher se quer… se quer casar ou não, esse já é um exercício do direito e que, até lá, teríamos que concentrar todos os nossos esforços, ou seja, que somos as mesmas pessoas, que estamos defendendo os mesmos direitos y não queremos terminologia especial. Queremos os mesmos direitos de qualquer pessoa e nesse sentido sim, me parece muito importante.


Espero desta conferencia muitíssimo enriquecimento. Compartilhar as experiências, como se está fazendo no México e em outros países daqui da América Latina. Porque, ao se compartilhar experiências, se aprende muito, não? Esse enriquecimento de discutir, comentar, supervisionar, analisar realmente quais foram nossas questões, quais nossos grandes acertos, isso permite gerar o conhecimento em seus iguais, é isso que mais me entusiasma. De fato é magnífico para outras companheiras lésbicas, não? Compartilhar tudo com as companheiras do Brasil, onde estão totalmente ativas, incidindo muito em políticas públicas ou com as companheiras da Nicarágua que realmente se puseram de corpo e alma, puseram sua história em prol do movimento... Esse, esse intercâmbio cultural aí, conhecer gente… há pessoas que já li… pela rede, e agora as encontro…. E você é... conheço você, não? Não sei quem você é, mas conheço você, li você, então é isso, na verdade é muito valioso, muito valioso, a experiência me encantou.


Companheiros e companheiras que estão vendo este vídeo, venho convidá-los a revisar constantemente as informações de ILGA, que é um esforço internacional nesse sentido. Poder articular-nos a partir de esforços internacionais tem sentido para o trabalho coletivo. Possivelmente o trabalho que fazemos em nossa cidade, em nosso país, tem muitas coincidências, inclusive com os outros movimentos, com outras organizações que precisam se articular, e, no momento em estivermos permanentemente nos articulando, faremos um grande movimento em nível internacional por nossos direitos.
 

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