Contribuidores
![]() | Publicado anonimamente. (Português) |

![]() | Publicado anonimamente. (Português) |
|
Capital do Paraguai, Assunção recebeu entre os últimos dias 2 e 7 um curso de Advocacy (como usar a Justiça pelos direitos LGBT) promovido pela UNAIDS,PNUD, UNICEF e outras agências da Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo era repassar o conhecimento e elaborar planos de Advocacy quem atendessem às demandas LGBT.
O curso foi ministrado pelos membros da ASICAL (Asociación para la Salud Integral y la Ciudadanía de América Latina y el Caribe) Pablo Britez (Argentina) e Toni Reis (Brasil) e contou com 30 participantes. “A realidade é muito diferente do Brasil com relação aos direitos humanos e à Aids. Pelos relatos, há muitas dificuldades”, analisa Toni, que também é presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (ABGLT).
Foram elaborados quatro planos de Advocacy: para a população de gays e outros HSH para diminuição da discriminação nos serviços de saúde; para a população de travestis e transexuais que estão na prisão, para que recebam o tratamento digno em relação ao HIV/AIDS; para pessoas vivendo com HIV e AIDS para que se respeite a Resolução já existente de não haver testagem compulsória para o HIV; e para trabalhadoras do sexo para que diminua a violência policial.