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anonymous contributorPublicado anonimamente. (Português)

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PAINEL ILGA NA 2ª SESSÃO UNCHR

in WORLD, 18/12/2006

Reconhecimento de ONG a associações LGBT pelas Nações Unidas

A rejeição, em 2006, por parte do Comité ECOSOC dos pedidos de 4 organizações LGBT, incluindo a ILGA, para se constituírem como órgão consultivo demonstrou que muitos estados não estão com vontade de dar às pessoas LGBT o direito de falar nas Nações Unidas. No decurso de 2005 a ILGA organizou uma campanha para 11 associações LGBT de África, Europa, América Latina e América do Norte para reclamarem o estatuto à ECOSOC. À ILGA foi negado esse direito em Julho de 2006, apesar da existência de um forte apoio por parte de alguns funcionários governamentais. A associação dinamarquesa LBL, a ILGA-Europe e a German LSVD serão novamente votadas pelo ECOSOC ainda neste ano. Este painel dará às várias organizações envolvidas neste processo uma oportunidade para espalharem alguma luz sobre as suas questões e para fornecer um fórum para o debate sobre os direitos e presença de pessoas LGBT nas Nações Unidas.

Sexta-feira 6 de Outubro de 2006 : das 14h às 15h. Palais des Nations, 2ª sessão do Evento do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas

Um painel organizado pela ILGA, a Associação Internacional de Lésbicas e Gays. Em colaboração com a Swedish Association for Sexuality Education and RFSL, a Federação Sueca de Gays e Lésbicas


Com o suporte financeiro do Gabinete de Estrangeiros Sueco


Chair
Janfrans Var der Eerden, COC

Oradores
Clique nos nomes para ler os seus discursos. Material áudio por vezes disponível.

Esta é a primeira vez em 12 anos que a ECOSOC não está a fechar o capítulo do Comité ONG. Assim, de certo modo, cremos que as Nações Unidas terão que lidar com isto.
Philipp Braun, LSVD, Germany and ILGA’s Co-Secretary General

Nós temos estatuto consultivo no Conselho da Europa (…). Assim, sob o nosso ponto de vista, pensamos que temos uma boa posição e a nossa sabedora contribuição como ONG é reconhecida por todas as instituições-chave europeias. Nós requeremos ter esse estatuto na ECOSOC (…)
Jackie Lewis, Unison, UK

Avec le langage onusien, tout est toujours très poli, mais c'est ce qui est sous-jacent derrière leurs questions qui est important…
Yvan Lapointe, Coalition Gaie et Lesbienne du Quebec

Esta luta na ECOSOC é um pouco como um microcosmos das lutas actualmente a serem travadas no sistema das Nações Unidas, encarado como um todo.
John Fisher, ARC International

O fim da discriminação começa com o diálogo com os Estados, mostrando-lhes as situações onde os direitos humanos de pessoas LGBT são violados, o absurdo dessas situações e a necessidade de se requererem leis e resoluções iguais para todas as pessoas
Beto de Jesús, Instituto Neris, Brazil

Traduçao: Flávio Alves Martins



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