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anonymous contributorPublicado anonimamente. (Português)

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PAINEL ILGA NA 2ª SESSÃO UNCHR

in WORLD, 18/12/2006

Vozes do Sul do Globo: Lésbicas, gays, bissexuais e trangenders assumem-se globalmente em público

Muitos Estados do Sul do Globo afirmam que a homossexualidade surgiu durante os tempos da colonização, apesar da existência de muita documentação que prova que a homossexualidade já existia nas sociedades tradicionais e em todo o globo. Alguns afirmam que não existe homossexualidade no seu país, outros vão mais longe dizendo “os homossexuais são animais e necessitam de ser tratados como tal”. Acontecimentos recentes, como por exemplo em África, provam que, pelo contrário, existe um crescimento do movimento LGBT, pois constata-se o surgimento de iniciativas como a All Africa Rights Initiative e a Coalition of African Lesbians, a somar aos emergentes movimentos LGBT da América Latina e da Ásia.

Sexta-feira 6 de Outubro : das 13 às 14. Palais des Nations, 2ª sessão do Evento do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas

Um painel organizado pela ILGA, a Associação Internacional de Lésbicas e Gays. Em colaboração com a Swedish Association for Sexuality Education and RFSL, a Federação Sueca de Gays e Lésbicas

Com o suporte financeiro do Gabinete de Estrangeiros Sueco

Chair
Rosanna Flamer Caldera, ILGA co-secretary General and Equal Ground

Oradores
(clique nos nomes para ler os seus discursos – material áudio também disponível).


Na América Latina, as nossas sociedades pré-hispânicas demonstraram a existência de muitas formas diferentes de expressão sexual (…). Na realidade, pode dizer-se que a homofobia e os sintomas de pânico gerados pelo prazer sexual retirado de uma relação homossexual são fenómenos recentes, focalizados em certas sociedades ocidentais e produtos de fundamentalismos religiosos e políticos.
Gloria Careaga, El Closet de Sor Juana, Mexico

Os Camarões estão no processo de democratização. Contudo, as práticas homossexuais são punidas com o encarceramento que varia entre os 6 meses e os 2 anos…
Charles Gueboguo, Alternative Cameroun, Cameroun
(A apresentação em powerpoint de Charles Guebogo só está disponível em Francês).

Gostaríamos de dizer ao governo Iraniano que a nós, as minorias sexuais do Irão, nos são negados os nossos direitos civis; que não somos autorizados a organizar-nos abertamente ou a reunir-nos livremente; que nos é negado o direito de nos registarmos como uma ONG. Gostaríamos de dizer que por causa da existência de informação errónea, nos é ainda negada a integridade física e, pior do que isso, por causa da existência de leis anti-homossexuais somos forçados a pedir exílio.
Arsham Parsi, PGLO, Iran

Anna Leah Sarabia, Women Media Circle, Filipinas
Não está disponível a transcrição.

Traduçao: Flávio Alves Martins
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